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terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Sturle Dagsland (Noruega): cativa com diferentes vocalizações e ambientações no disco de estreia

 

O músico norueguês Sturle Dagsland é específico e excêntrico em sua ainda breve jornada pela arte. Existe um universo próprio onde ambienta as 11 canções do disco de estreia homônimo, já nas plataformas digitais, com um forte acento psicodélico, entre percussões e sonoridades étnicas (do mundo todo), vocalizações que remetem à Björk, sons eletrônicos, riffs de guitarra e tantos outros elementos.

Ouça o álbum no streaming: https://rebrand.ly/sturle_dagsland_album, com promoção no Brasil via Brain Productions Booking.

Crédito: Divulgação

Sturle Dagsland compõe e produz ao lado do irmão, Sjur, e juntos usam uma ampla variedade de arranjos em instrumentos de todas as partes do mundo. O resultado, apesar de subjetivo, são paisagens sonoras ora modernas, ora ancestrais - impossível desassociar a musicalidade do disco de estreia de algo visual.

Cinco músicas do álbum foram lançadas como singles: a inquietante viagem onírica de "Kusanagi" (que ganhou video super psicodélico, desenhando pelo premiado artista plástico Eirik Heggen), "Harajuku" (inspirada no descolado bairro de Tokyo), "Waif" (que contém vocalizações únicas), "Dreaming" (que vai da leveza à ferocidade) e "Blót".

A frequência de Sturle Dagsland é ímpar e ouvir estas 11 canções requer, no bom sentido, permitir-se que o estranhamento permeie a audição. São texturas dramáticas, emotivas e libertadoras que se constroem e se dissolvem, às vezes tudo em uma mesma música.

O artista tem uma turnê imensa para promover o álbum, marcada para maio/junho deste ano, dividindo a estrada com os artistas Oranssi Pazuzu e Deafkids, do Brasil. Ainda não é certo que a turnê realmente aconteça, por conta dos bloqueios territoriais em diversos países europeus devido ao avanço da segunda onda da covid-19.

Sobre Sturle Dagsland

Com influências de música contemporânea a melodias ancestrais do seu país natal, com incursão de elementos eletrônicos, guitarras post rock, percussão e muito psicodelismo, Sturle Dagsland é uma joia rara no cenário musical mundial.

Björk, Sunn O))), Swans e Sígur Ros com respectivos experimentos e misturas, ajudam a referenciar o trabalho incomparável e minucioso dos noruegueses.

Diferentes vocalizações e o uso de instrumentos típicos de diversas partes do mundo, especialmente da música tradicional da Noruega, moldam a proposta. Ele canta em diversos momentos com a garganta, produzindo um som absolutamente único, enigmático, primal, com uma aveludada rusticidade.

O jovem norueguês, em uma recente entrevista à revista mexicana Warp, se autoproclamou uma entidade dinâmica, um personagem de desenho animado.

Refere-se à aura lúdica, fantasiosa de suas composições. Ouvir Sturle Dagsland é uma experiência, uma imersão a um hipotético universo (fantástico ou de tempos remotos, e isso fica por conta da sensibilidade de cada um).

Em 2019, o Brasil foi destino do norueguês para dois shows, durante a edição daquele ano do SIM São Paulo: um no CCSP, outro no Cine Joia, na festa da Balaclava Records, e causou furor e surpresa.


Capa do álbum (2021)

terça-feira, 7 de julho de 2020

Mad Chicken: quinteto mineiro lança o segundo disco pela Abraxas

                  

A banda de stoner grunge Mad Chicken, de Arcos (Minas Gerais), lança pela Abraxas Records o segundo disco, Homemade Demo Tape, Vol. II. São 11 faixas, entre inéditas, versões alternativas de músicas de registros passados e um cover. Ouça nas principais plataformas de streaming: https://album.link/4bmvFHpBsPfmn.
Homemade Demo Tape – Vol. II apresenta as novas 'Medíocre' e 'Awake', que deixam explícito a verve noventista da Mad Chicken, com muitos riffs, melodias e sujeira nos timbres, tudo em doses exatas.

A banda, formada por Filipe Xavier (vocal), André Salviano (baixo), Daniel Santos (guitarra), Michel Custódio (guitarra) e Pedro Paim (bateria), também regravou oito faixas dos dois primeiros trabalhos, ‘Limestoner (2017)’ e ‘Homemade Demo Tape (2016)’. O cover de 'Silver Water', da River Act (Iguatama-MG), completa o disco.
O álbum foi produzido pela Mad Chicken e gravado em home estúdio durante a pandemia, entre março e junho de 2020. A arte da capa foi produzida por Gustavo Henrique Gonçalves (Gatilho Mental).
Homemade Demo Tape – Vol. II tem ainda participações especiais: Débora Rezende nos sintetizadores e Carlos Eduardo Lucas, com vocais, em ‘All I Know Is What I See’.
Saiba mais sobre a Mad Chicken nas redes sociaishttps://linktr.ee/MadChicken.

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Brain Productions: lança série de conversas sobre o mercado musical global durante a covid-19

De 6 a 31 de julho, sempre às 18h, o produtor musical, booker e manager artístico Bruno Montalvão receberá no perfil de Instagram da Brain Productions diversos profissionais do mercado musical global para discutir e dialogar sobre o quanto o mercado musical foi atingido por conta da pandemia da covid-19 e o futuro da música no Brasil e em outros países. É a Brain Talks.
Nesta série, serão discutidos aspectos positivos e negativos da pandemia, o que acontece globalmente e como isso poderá afetar nossas vidas para sempre. Serão 20 convidados, divididos em 4 semanas de diálogos diários, abrangendo todas os ramos da cadeia produtiva da música.
Crédito: Ali Karakas
Participarão desde músicos, até produtores de shows, organizadores de festivais, assessores de imprensa, donos de selos/gravadoras, managers artísticos, jornalistas musicais e diversos outros profissionais do setor artístico do Brasil e do mundo.
A proposta das BRAIN TALKS é abrir um canal de diálogo franco e produtivo, que possa auxiliar-nos a pensar melhor as maneiras de tirar proveito dessa crise, dialogar sobre os efeitos que ela causou em nossas vidas e o impacto no presente (de olho no futuro). O que está acontecendo agora no mercado da música? Como a pandemia afeta o nosso setor? Como podemos tirar proveito disso?
O que está por vir? A ideia central das BRAIN TALKS é abrir o diálogo, discutir francamente, estar aberto a ouvir diferentes pontos de vista e buscar, ao máximo, somar ideias positivas.
As edições das BRAIN TALKS, terão os seguintes profissionais, sempre às 18h (5pm EST/ 6pm BRT):
Semana 01 - O Mercado Brasileiro na era da covid-19
06/7 - Katia Abreu (Dia da Música/SIM São Paulo): Futuro dos Festivais
07/7 - Patrick Tor4 (Rádio Frei Caneca): papel das rádios, curadoria, tendências pós-COVID
08/7 - João Felipe Severo (Uhuuu Management): Futuro das tours, exportação da música brasileira
09/7 - Thaís Pimenta (Café 8): Futuro da Assessoria de Imprensa e do Branding pós-COVID.
10/7 - Hate Moss (banda): Cenário artístico na Europa
Semana 02 - Novos projetos e Caminhos na era da covid-19
13/7 - Tega (Post-Modern Connection): Black Lives Matter, novo single, músicos negros em meio à pandemia.
14/7 - Alexandre Giglio (Minuto Indie): Global Music Fest 2, Minuto Indie, Música Brasileira
15/7 - Pablo Hierro (Rock City Agência): Conexões musicais na América do Sul, futuro do management pós-COVID, futuro das turnês.
16/7 - Albina Cabrera (El Sonido/KEXP): Mulheres na música latina, futuro do mercado musical, El Sonido, projetos especiais.
17/7 - Felipe Rodarte e Constança Scofield (Toca Discos): Oi Labsonica, futuro dos projetos especiais de música no Brasil.
Semana 03 - O Mercado Global na era da covid-19
20/7 - Cannibal (Devotos): Música e Causas Sociais
21/7 - Álvaro Gomez (Burger Latam / Loreto Bar): futuro da música na América do Sul, o papel das gravadoras e selos musicais e sobre a cena no Chile.
22/7 - DJ Chilly (El Sonido/KEXP): Música Latino-americana, El Sonido e KEXP.
23/7 - Daniel Seligman (Pop Montreal): Futuro dos Festivais, Pop Montreal etc
24/7 - Julian Duque (Immigration Records): Futuro dos selos musicais e mercado latinoa-mericano de música na era da covid-19
Semana 04 - Semana dedicada aos Artistas BRAIN
27/7 - The Baggios: Novo single, futuro da música, turnês pós-COVID, Tour na Europa.
28/7 - BIKE: Novo disco, planos da BIKE para o futuro.
29/7 - Ema Stoned: Planos da banda, trabalhos paralelos, novos lançamentos.
30/7 - Atalhos: Novos singles e os planos para o lançamento do novo disco, projetos e parcerias da banda.
31/7 - Elephant Stone: Cena musical no Canadá, e o novo single "American Dream", Planos para o Brasil etc.
O projeto BRAIN TALKS é idealizado por Bruno Montalvão (Brain Productions Booking), produtor cultural com mais de 23 anos de atuação no mercado global da música, tendo realizado turnês por Estados Unidos, Canadá, Brasil, México, Marrocos, Itália, França, Suíça, Espanha, Argentina, Chile, entre outros cantos do mundo. Também realizou turnês internacionais para artista como Mac DeMarco (CA), Sebadoh (US), Allah Las (US), Acid Mothers Temple (JP), Jonathan Richman (US), The Helio Sequence (US), Holydrug Couple (CL), Les Deuxluxes (CA), Real Estate (US) entre inúmeros outros.

sábado, 20 de junho de 2020

Mauren Mcgee: lança clipe e single com estética retrô


Crédito: divulgação

O single ‘Jazz & Joints’ da Mauren McGee, lançada nesta sexta-feira (19), é a primeira produção original da Canil Records. Há pouco mais de um ano no mercado, a produtora, que também atua como selo e gravadora independente, acompanhou e conduziu todo o processo criativo desta envolvente música ao lado da cantora e sua banda.
O clipe já está disponível no Youtube da Canil e a canção nas principais plataformas de streaming. Ouça aqui: https://youtu.be/ysIU5WzOcjs.
‘Jazz & Joints’ é uma MPB jazz, embalada numa estética retrô que remete à década de 1960, com referências que vão de Elis Regina a Nina Simone o blues/jazz o single é o primeiro lançamento nesse formato.
A música foi composta pelo manager da Canil, Ian Bueno, durante um encontro com Mauren nos Estados Unidos. Em seguida, ‘Jazz & Joints’ ganhou mais cores, dinâmica e sensações em parceria com o produtor e pianista Rafael Paiola e com a própria cantora.

Bueno comenta sobre a ousada produção e a parceria com músicos talentosos para dar vida à ‘Jazz & Joints’. “É uma aposta que estamos fazendo em trazer um trabalho autoral de alto nível de novos artistas nacionais, sempre flertando com elementos clássicos do Jazz e do Blues, de alguma maneira. É de onde veio tudo o que a gente gosta de ouvir”.
A mensagem do single é intimista e desafiador, como a sonoridade: fala sobre como é libertador seguir o seu próprio caminho e sonhos sem medo. “Na carreira solo, agora estou criando o meu próprio caminho, e nele vou levar pra sempre tudo que venho construindo ao longo da minha carreira como cantora e compositora”, fala Mauren. O álbum também já está à caminho. É produzido a todo vapor no Estúdio Toca, com o Pedro Penna.
A produção audiovisual ficou por conta do filmmaker Lucas Tomas Neves, a música também contou com o contra-baixo da musicista Camilla Rodrigues, que agregou ao vídeo por meio da estética old-school.

domingo, 14 de junho de 2020

Make it Stop: fala de organização e resistência no single "Pela Base"

O urgente hardcore/punk do quinteto paulista Make it Stop solta nas principais plataformas de streaming o single ‘Pela Base’, prévia do novo EP Sobrevivência, de 7 faixas. É o incio da parceria com a Artico Music, selo também responsável por lançamentos de nomes como Escombro, One True Reason, Institution e Vendetta. Ouça ‘Pela Base’ aquihttps://song.link/3DhT5qn4FV2m3.

‘Pela Base’ mostra o amadurecimento musical]] da Make it Stop, que propõe um hardcore/punk rápido e potente, com influências de old school e Youth crew. Fala sobre organização e resistência, mas principalmente incita as pessoas a se moverem e sair do conformismo. A música tem uma quebra constante de ritmo: soa melódica, momentos ríspidos, blast beats, mas com partes cadenciados, refrões em coro e colagens com frases de pessoas que os inspiram.
“É bem diferente de tudo que a banda já apresentou nos últimos trabalhos, mas ao mesmo traz a essência de tudo que já foi feito, um grito para construção de melhores dias”, comenta a Make it Stop sobre a composição, que é pontual ao momento conturbado de anos no Brasil.
O single tem uma participação especial: os destruidores berros da Chris Justtino, frontwoman do Vermenoise. Com produção de Rodolfo Della Violla, a música foi gravada na parceria entre o Anti Herói Produções e o Deaf Haus.
Na ativa desde 2016, o Make It Stop é um quinteto de Sorocaba, formado por Murillo Fogaça na voz, Felipe Fogaça na guitarra e voz, Wellington Conservani no baixo, Diogo Camargo na guitarra e Vinicius Knup na bateria. Até o momento, além deste single, a banda lançou os Eps Respirando Esperança (2016) e Amparo (2017).
Make it Stop nas redes sociais:
Crédito: Divulgação

terça-feira, 9 de junho de 2020

Mameloko: com músicos do Brasil e Chile, lançará EP pela Abraxas


O EP de estreia da Mameloko, intitulado ‘Sobrevivientes’ será o primeiro lançamento internacional da Abraxas em 2020. A banda é um power-trio com dois músicos chilenos junto ao vocalista/guitarrista norte-americano Jim Boone, da banda brasileira de garage punk War Industries Inc.

Crédito: Gustavo Alves

A
proposta é diferente de tudo que já saiu pelo selo, distinto do stoner/psych: a sonoridade é um rock cru, simples e visceral, com baixo e bateira bem marcados, entrelaçados em meio à guitarra com timbre spring-reverb, dos anos 60, com tremelo e vocais em espanhol.

O EP, já gravado, contém cinco músicas e deve chegar nos próximos meses às plataformas de streaming.

Para promover o registro, a banda lançou no mês passado o videoclipe da música ‘Paco Culiao’, assista no Instagram., que faz uma irônica referência ao Dia do Carabinero (carabinero é como se fosse o policial militar chileno). É um tema de resistência em um Chile que vive uma revolução popular contra o autoritarismo e medidas impopulares do governo federal chileno.

A parte chilena da Mameloko é Sexbasstian (baixo) e Capitan Carajo (baterista). O baterista ainda toca em dois outros nomes de destaque no rock chileno: a punk rock Montoyas e na banda de rock alternativo Jesusto, enquanto o baixista integra a lendária Voodoo Zombie, de psychobilly.

A banda foi formada em outubro de 2019, em Santiago, período em que Jim Boone chegou numa capital chilena em meio às tensões dos protestos populares, um enorme ‘basta’ contra a política liberal e elitista do país e que fortemente ecoou em todo o mundo.

“Durante muito tempo foi um sonho ter uma banda em um país de fala o espanhol, para gravar e tocar canções quer combinam elementos de distintas culturas num rock simples, limpo e cru”, afirma Jim.

Recentemente, a Mameloko foi destaque no conceituado site chileno The Resistance, leia aqui.

Mameloko nas redes

quarta-feira, 13 de maio de 2020

The Baggios: lança clipes, sessions e lives durante quarentena

Power trio sergipano foi um dos destaques do Global Music Fest 2020

Crédito: Felipe Diniz (@ftdiniz)

O isolamento social foi levado a sério pela The Baggios. Divididos pela quarentena, mas conectados pela tecnologia, Júlio Andrade (voz, guitarra, violão, contrabaixo elétrico), Gabriel Perninha (bateria) e Rafael Ramos (teclas, contrabaixo elétrico) passam este inusitado tempo entre gravações de sessions, lives e lançamentos de material audiovisual. Entre março e final de abril, a banda sergipana de blues rock foi ao menos quatro vezes destaque na mídia nacional por algum feito.

O primeiro lyric vídeo da história da The Baggios saiu neste período. É da música ‘Espada de São Jorge’. Com letra forte, o registro é o resultado de uma session no estúdio Toca do Bandido durante as gravações do disco ‘Vulcão’ (2018), o quarto da carreira e que inclusive teve uma indicação ao Grammy. “Estava editando como se fosse uma session da gravação do disco, mas juntei para dar ênfase na letra”, destaca Júlio. Saiu com exclusividade no Hits Perdidos. 


Em seguida, foi a vez de lançar o videoclipe de 'Limaia' ao vivo, com cenas da histórica apresentação da The Baggios na 35ª edição do Festival de Artes de São Cristóvão (Fasc), em São Cristóvão (cidade natal da banda), diante de cerca de 30 mil pessoas. Limaia fala sobre festividades juninas, que tem uma carga nostálgica de se ver nos festejos, valorizando a cultura popular. 


A live session da música 'Em si menor' foi produzida na íntegra durante a quarentena. Cada integrante, em sua respectiva casa, gravou a filmou as partes que lhes cabiam e tudo foi editado e mixado no home studio de Júlio.Em Si Menor fala de introspecção, de autoconhecimento e da busca em auto se decifrar. Assista o resulta neste link.

Por fim, a The Baggios fez um enérgico show online, em formato live session, cada um no seu canto, dentro do Global Music Festival 2020, idealizado entre 23 e 26 de abril pela Brain Productions Booking e Minuto Indie. Foram 21 bandas de 8 países, que repercutiu tanto na mídia nacional como estrangeira. Veja como foi no vídeo.

Acompanhe as novidades da The Baggios: instagram.com/thebaggios