Desde o início os italianos do Lacuna Coil chamaram a atenção do público e das gravadoras, não só pela beleza da vocalista Cristina Scabbia, mas também por sua qualidade musical. Atualmente, estão conquistando o mercado norte-americano. Pouco antes de desembarcarem no Brasil, conversamos com a atenciosa frontwoman numa entrevista reveladora.
Com vocês, Cristina Scabbia em longas palavras.
Cristina, o Lacuna Coil é uma banda muito conhecida no Brasil, porém poucos da imprensa tiveram a oportunidade de conversar com algum dos integrantes do grupo. Por isso, vamos começar falando sobre os primeiros passos da banda. Quais são os momentos mais marcantes do início da carreira?
Vai ser muito difícil resumir 16 anos em algumas linhas, mas vou tentar! Nós nos conhecemos em 1993, quando Andrea (vocalista) e Marco (baixista) já estavam tocando em uma banda local e buscavam um contrato com uma gravadora. Quando eles souberam que eu tinha essa grande paixão por cantar, eles me pediram para fazer parte da banda. Assim que produzimos nossa demo, nós chamamos a atenção de algumas gravadoras e então decidimos assinar com a Century Media. O resto é história: começamos a excursionar pelo mundo logo depois de assinar nossas próprias turnês e festivais (mesmo antes de lançar o primeiro EP!) ao lado dos maiores nomes do Metal, lançamos cinco álbuns e dois EPs e ainda estamos aqui, firmes e fortes, promovendo nosso último álbum "Shallow Life".
Nós temos muitas lembranças maravilhosas e é praticamente impossível escolher UM momento que amamos do passado, mas com certeza posso mencionar o dia em que descobrimos que estávamos indo assinar um contrato de gravação e lançar nosso primeiro álbum. Estávamos tão entusiasmados e você pode entender o porquê! Hoje, eu diria que entrar na parada da Billboard na 16 ª posição é uma coisa maravilhosa!
Um dos fatores mais perceptíveis no som da banda é a sua evolução musical, lançamento após o lançamento. Você acha que depois de cada material vocês precisam se superar ou o processo de composição da banda é natural e sem esse tipo de preocupação?
Nós amamos evolução. Nós amamos descobrir e experimentar coisas novas na vida. É a mesma coisa com a música. Nosso núcleo mais profundo será sempre o mesmo mas, ao mesmo tempo, sentimos que temos de criar algo diferente e mais fresco a cada novo álbum. Nós não gostamos de clichês e queremos que nossos fãs se envolvam e cresçam conosco. Nós não temos nenhuma preocupação, pois nossa música é a nossa arte pessoal e ninguém pode nos dizer como criar a nossa arte pessoal. Nós também não pensamos muito quando compomos música; nós gostamos de mantê-la o mais espontânea possível, porque é a única maneira de sermos honestos com nossos fãs, que consideramos da família.
A Itália se tornou conhecida na cena mundial do Metal por revelar várias bandas de metal melódico e hoje vocês são o principal nome do Metal italiano. Como é mudar esta tradição?
Mesmo quando começamos como uma banda, nós já éramos o “elemento diferente”: ninguém na Itália estava tocando o mesmo tipo de música que nós. Particularmente, acho que nós ainda estamos aqui, porque trabalhamos duro para chegar neste ponto e, acima de tudo, nunca tivemos medo de não virarmos um clichê.
O Lacuna Coil iniciou suas atividades em 1994, mas vocês só foram notados tempos depois principalmente com a tendência das bandas com frontwomans. Como você vê este período?
Nós realmente chamamos atenção com o álbum "Comalies", quando a canção "Heaven's a lie" se tornou popular e foi tocada em mais de 100 rádios americanas. Vários canais, tanto nos Estados Unidos quanto na Europa, estavam exibindo o vídeo também. A tendência "feminina", como você chamou, começou anos depois, especialmente nos Estados Unidos... pois ter uma mulher numa banda na Europa não era nada estranho.
Com poucos anos de estrada vocês já estavam tocando no palco do maior festival de metal do mundo, o Wacken. Como foi este momento?
Nós tocamos no Wacken pela primeira vez em 98, no ano do lançamento do nosso primeiro EP. Foi absolutamente fantástico! Sendo uma banda nova e desconhecida, a chance de tocar em um dos maiores festivais de metal do mundo... é uma sensação fenomenal que não podemos esquecer, é impagável.
No entanto, hoje em dia vocês estão confirmados para se apresentarem em todos os grandes festivais do mundo. Como é ver a banda crescer, sem deixar que o sucesso suba à cabeça?
Eu acho que é o que paga nossas contas. Nós não somos uma banda que se uniu por causa de uma gravadora; nós começamos a partir de zero e construímos a nossa carreira na maneira old school: tocando em todos os lugares, dando um monte de entrevistas e literalmente trabalhando muito... Desta forma, nós sempre podemos lembrar de onde viemos e deixar para outras pessoas aquela atitude irritante que não nos pertence. Você não precisa ser um idiota para provar que você pode tocar rock!
Shallow Life é outro período em sua carreira. As canções são cativantes e o som é muito moderno, muito diferente do que vocês costumavam fazer no início. Qual é o objetivo com este material?
Não há nenhum objetivo, nós tocamos a música que gostamos. Ao ouvir muitas músicas boas, do passado e do presente, nós percebemos que é muito mais difícil criar uma canção muito intensa, na qual a mensagem vá direto para o ouvinte. Te dou um exemplo bobo: pense em canções como "Imagine", de John Lennon. Eu ouvi um monte de gente dizendo: "essa música é tão simples que eu poderia escrevê-la !"... Obviamente, eu nunca nos compararia com ele, mas o que eu estou tentando dizer é que é MUITO difícil ser simples, claro, forte e intenso em um vocal, muito mais do que unir riffs complicados e palavras que você realmente não compreende. Muita gente não entende isso. Nós tentamos fazer isso no “Shallow Life” e eu acho que alcançamos o que queríamos fazer.
Neste álbum você trabalhou com Don Gilmore, que tem artistas como Avril Lavigne, Linkin Park e Pearl Jam em sua história. A ideia é alcançar novos públicos?
Não, na verdade não! Nós só queríamos trabalhar com um produtor diferente para aprender algo novo e ver onde nós poderíamos ir a partir do "Karmacode". Conhecemos Don em Milão, onde tocamos algumas músicas para ele e nos demos bem desde o primeiro dia. Certamente, ele é extremamente profissional e tem um ótimo portfólio, mas ele é também uma pessoa muito descontraída, que te coloca de volta no lugar quando é hora de se concentrar na gravação. Ele é um grande produtor que nos ensinou como abordar as coisas de forma diferente e se nós vamos trabalhar novamente com ele ou não, nós estimaremos sua experiência.
Nos últimos anos, a cena Metal brasileira tem crescido tanto que temos várias bandas se dando bem internacionalmente. No entanto, não temos ouvido muito da cena italiana. O que você pode nos dizer sobre o que está acontecendo em seu país de origem?
Honestamente, tenho que dizer que não faço ideia sobre o que está acontecendo agora, porque eu passo mais tempo fora da Itália do que em casa!
Cristina, o Lacuna Coil é uma banda que gosta de futebol. Qual é a relação de vocês com o esporte dentro da banda? Na minha opinião, a única coisa errada é você torcer para o Milan! [Não me interprete mal, eu sou fanático pela Juventus (risos)]
Humm, se você é um torcedor da Juventus, então eu não deveria responder às suas perguntas! (risos gerais) Deixando de lado as piadas, todos nós amamos futebol, alguns mais do que outros. Quem acompanha futebol no Lacuna Coil é fã do AC Milan e, sempre que estamos na estrada, estamos tentando acompanhar as partidas mais importantes no ônibus, via satélite. Nosso baterista também tem uma grande paixão pela arte marcial chinesa.
Por ser torcedora, você tem algum contato direto com algum dos jogadores brasileiros do Milan?
Infelizmente não: mesmo que eu conheça várias pessoas estritamente ligadas ao time, eu nunca tive a chance de conhecê-los, até agora.
Ainda sobre futebol, a turnê sul-americana da banda vai ser durante a Copa do Mundo. Já pensou que você pode estar tocando em território inimigo? (Risos)
É, eu estou realmente animada com a Copa do Mundo. Obviamente, eu espero que a Itália ganhe e sei bem que o Brasil é um time MUITO forte para vencer. Mas nós nem sabemos se vamos nos encontrar em uma partida, então vamos esperar para ver!
Por um tempo, você namorou com o Marco Zelati. Como é o relacionamento de vocês hoje em dia? Afinal, vocês não estão mais juntos, saíram com outras pessoas, mas existem fãs que seguem vocês, etc. Muitas bandas não suportam esse tipo de situação e, geralmente, um ou o outro acaba abandonando.
Normalmente, eu não gosto de compartilhar minhas coisas pessoais; eu sou muito extrovertida, mas ao mesmo tempo sou uma pessoa muito reservada e gosto ficar na minha quando se trata da vida pessoal. Eu só posso dizer que eu e Marco estamos felizes na banda e somos grandes amigos.
Como surgiu o convite para gravar o Megadeth Tour le Monde?
O Megadeth apenas me pediu para fazer e eu aceitei de bom grado. Eu sempre amei a música "A Tout le Monde" e o fato deles me convidarem para fazer parte disso foi uma coincidência curiosa, pois esta é a música que mais gosto do Megadeth. Nós a tocamos ao vivo algumas vezes juntos e foi uma experiência fantástica.
O mercado norte-americano sempre foi conhecido por não ser confiável e por não aceitar muito bem o que vem de outros países. No entanto, parece que ele mudou ao longo dos últimos anos e várias bandas estrangeiras como vocês e o Shadowside, do Brasil (liderado pela bela vocalista Dani Nolden), estão dominando os Estados Unidos. Como interpretar tal recepção dos norte-americanos?
Não há uma receita para ser bem-sucedido nos Estados Unidos, mas o que posso dizer é que nos sentimos em casa quando estamos lá. Nós estivemos lá tantas vezes que alguns dos nossos fãs pensam que somos ítalo-americanos de Nova Jersey! (risos)
Falando sobre beleza, você está sendo considerada uma das divas Metal. Este título ajuda ou atrapalha? Afinal, se você não tiver talento, a beleza não ajuda muito, não é?
Este "título" só ajuda você a conseguir um pouco de atenção, mas o que você disse sobre a beleza não ser o bilhete premiado para ser bem-sucedido e respeitado é absolutamente verdadeiro. A beleza é volátil e é apenas algo que você vê na superfície. Você precisa de muito mais, como mulher, para ser considerada e respeitada. Há um monte de garotas bonitas na cena, especialmente neste momento em particular, mas nem todas elas estão encontrando seu espaço no mundo da música: um rosto bonito não é o suficiente e você tem que provar o seu potencial, ser capaz de cantar ou tocar um instrumento. Pelo menos, se você quiser estar em uma banda!
Ao longo dos últimos anos, pudemos observar que o Metal está mudando. Como você vê essas transformações?
Algumas bandas foram inspiradas por diferentes estilos de música e criaram algo diferente. Outras fizeram o mesmo com outros estilos e assim por diante. Os estilos só continuam se misturando. É a evolução natural. Haverá sempre os clássicos que todos nós amamos, mas você não pode parar as mudanças, mesmo que você tente!
Por que você acredita Metal sueco dita as regras hoje em dia? O que você acha que causou isso?
Eu não acho que o Metal sueco dita as regras ... com todo o respeito a cada banda sueca, é claro!
Infelizmente, há poucos dias perdemos Peter Steele. Você acha que as pessoas podem dizer o quanto esta perda significa para a música?
Eu não sei o que as pessoas podem pensar sobre esta notícia devastadora... Eu só sei que ele me inspirou, eu o amava tanto como um amigo quanto como músico e sinto sua falta. Sem ele, eu não seria quem sou agora: é por causa de bandas como Type O Negative que nós, o Lacuna Coil, estamos aqui hoje.
Cristina, qual o seu maior sonho?
Eu só tento aproveitar o que tenho, todos os dias. Eu tenho sido extremamente abençoada até agora, então se eu pudesse torná-la real, adoraria manter esta serenidade interior para sempre.
Na sua opinião, como seria a turnê perfeita?
A turnê perfeita é aquela onde a multidão enlouquece todas as noites, pulando e cantando com você, te alimentando com energia. E não deveria realmente importar quem está tocando, pois ela deveria ser sobre curtir junto, sentindo a música. Esta seria a turnê perfeita.
Esta é sua primeira vez tocando no Brasil. O que os fãs podem esperar deste único show?
Uma quantidade insana de energia pura e crua. Nós gostamos de interagir com nossos fãs durante o show e de se mover no palco. Nosso show não será nada estático!!
Deixe uma mensagem aos fãs.
Mal posso esperar para conhecer todos vocês!! Vocês têm esperado por tanto tempo que merecem um grande espetáculo. Vamos nos emprenhar 100% e eu já estou animada! Nos vemos lá e rock on!
myspace.com/lacunacoil
segunda-feira, 31 de maio de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Primeiro video do ensaio para o concerto "Classic & Divine"
Como é de domínio público sou fã de carteirinha de Tarja Turunen...
Para quem teve um dia difícil como o meu,estressante...entre outros adjetivos pejorativos eu recomendo esse vídeo.
Recomendo tb @TarjaBrasil e http://www.tarjaturunen. e SITE OFICIAL
Leia a tradução da entrevista que Floor Jansen (ex- After Forever atual ReVamp) fez com a Tarja aqui.
Fonte: Twitter Tarja Brasil
Para quem teve um dia difícil como o meu,estressante...entre outros adjetivos pejorativos eu recomendo esse vídeo.
Recomendo tb @TarjaBrasil e http://www.tarjaturunen. e SITE OFICIAL
Leia a tradução da entrevista que Floor Jansen (ex- After Forever atual ReVamp) fez com a Tarja aqui.
Fonte: Twitter Tarja Brasil
KIKO LOUREIRO: Workshop confirmado em São José dos Campos (amanhã)
O guitarrista KIKO LOUREIRO (Angra, Neural Code), estará no próximo dia 27 de maio na cidade paulista de São José dos Campos, ministrando seu novo WorkShop num oferecimento da Tagima, em comemoração dos trinta anos de aniversário da loja de instrumentos musicais Rossi. Na ocasião, além de executar composições dos principais momentos de sua carreira, o artista terá como foco a divulgação do seu mais recente trabalho solo, o álbum "Fullblast".
Em paralelo, KIKO LOUREIRO continua dando os toques finais no sétimo álbum de estúdio do Angra, que tem previsão de lançamento para o mês de agosto do corrente ano
Serviço:
Em paralelo, KIKO LOUREIRO continua dando os toques finais no sétimo álbum de estúdio do Angra, que tem previsão de lançamento para o mês de agosto do corrente ano
Serviço:
Local: Teatro Municipal de São José dos Campos
Endereço: Rua Rubião Júnior, Shopping 84 (3º piso), Centro
Endereço: Rua Rubião Júnior, Shopping 84 (3º piso), Centro
Data: 27 de maio
Hora: 20h00
Valor: 1 Kg de alimentos não perecíveis
Informações: (12) 3941-5757 e (12) 3923-3999
Hora: 20h00
Valor: 1 Kg de alimentos não perecíveis
Informações: (12) 3941-5757 e (12) 3923-3999
MAESTRICK lançando canal no YouTube com vídeo inédito
A banda paulista MAESTRICK inaugurou recentemente mais uma importante ferramenta de interação com os fãs, o seu canal oficial no YouTube.
Nele, o quinteto disponibilizará uma séria de vídeos que retratam todo o processo de produção do seu primeiro álbum de estúdio, “Unpuzzle!”.
O primeiro capítulo da série já se encontra disponível, e visa apresentar toda a equipe envolvida na concepção do CD.
“Estamos muito felizes por inaugurar mais essa ferramenta em prol do crescimento do grupo. O canal foi idealizado para servir como um diário, ilustrando para as pessoas tudo que envolve a MAESTRICK. Gostamos dessa interação com o público e a tendência será criarmos outros canais similares no futuro”, afirmou o vocalista Fabio Caldeira.
A MAESTRICK, atualmente, além de contar com a experiência do vocalista e pianista Fábio Caldeira, apresenta em suas fileiras músicos da estirpe de Renato Somera (contra baixo), Danilo Augusto (guitarra), Maurício Figueiredo (guitarra) e Heitor Matos (bateria).
Nele, o quinteto disponibilizará uma séria de vídeos que retratam todo o processo de produção do seu primeiro álbum de estúdio, “Unpuzzle!”.
O primeiro capítulo da série já se encontra disponível, e visa apresentar toda a equipe envolvida na concepção do CD.
“Estamos muito felizes por inaugurar mais essa ferramenta em prol do crescimento do grupo. O canal foi idealizado para servir como um diário, ilustrando para as pessoas tudo que envolve a MAESTRICK. Gostamos dessa interação com o público e a tendência será criarmos outros canais similares no futuro”, afirmou o vocalista Fabio Caldeira.
A MAESTRICK, atualmente, além de contar com a experiência do vocalista e pianista Fábio Caldeira, apresenta em suas fileiras músicos da estirpe de Renato Somera (contra baixo), Danilo Augusto (guitarra), Maurício Figueiredo (guitarra) e Heitor Matos (bateria).
SHAMAN: vocalista lança seu espaço oficial na rede social twitter
O vocalista da banda paulistana SHAMAN, Thiago Bianchi, acabou de lançar oficialmente o seu domínio no Twitter. Focado em manter contato irrestrito com seus fãs, o músico irá disponibilizar para os seus seguidores temas sobre as atividades do grupo, projetos paralelos, promoções e muito mais.
Segundo Thiago Bianchi: “Essas ferramentas de interação com os fãs são fundamentais para o crescimento de um artista. Afinal de contas, quem além dos fãs merece a nossa atenção e carinho? Pensando nisso, todos no SHAMAN nos preocupamos muito em sermos presentes todo o tempo. Portanto, sigam-nos no Twitter e demais veículos que dispomos, para estarem sempre bem informados acerca de nossas atividades.”
Em paralelo, a SHAMAN também está lançando seu domínio no Twitter, além de continuar agendando datas para a sua mais nova turnê mundial, a “Origins World Tour 2010/2011”.
Para maiores informações de como garantir uma data da atual turnê do grupo, basta enviar um e-mail para contato@msmetalpress.comEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
Segundo Thiago Bianchi: “Essas ferramentas de interação com os fãs são fundamentais para o crescimento de um artista. Afinal de contas, quem além dos fãs merece a nossa atenção e carinho? Pensando nisso, todos no SHAMAN nos preocupamos muito em sermos presentes todo o tempo. Portanto, sigam-nos no Twitter e demais veículos que dispomos, para estarem sempre bem informados acerca de nossas atividades.”
Em paralelo, a SHAMAN também está lançando seu domínio no Twitter, além de continuar agendando datas para a sua mais nova turnê mundial, a “Origins World Tour 2010/2011”.
Para maiores informações de como garantir uma data da atual turnê do grupo, basta enviar um e-mail para contato@msmetalpress.comEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
Link 01: http://twitter.com/thibianchi
Link 02: http://twitter.com/ shamanimmortal
ANGRA: participação especial do grupo Rosa Vocal no novo álbum
A banda ANGRA recentemente registrou a última participação especial do seu sétimo álbum de inéditas. Trata-se do grupo feminino Rosa Vocal, que nasceu no ano de 2005 em São Paulo, no Centro Livre de Aprendizagem Musical (CLAM) sob a coordenação de Fernanda Gianesella. “Nós as conhecemos lá no Norcal, que é o estúdio que estamos gravando. Elas estão finalizando o CD delas em horários alternados com os nossos. Sempre são muito simpáticas e todos os dias trazem um bolo diferente para as gravações. E eu sou muito guloso e também cara-de-pau. Então, de vez em quando, eu filava um pedacinho. Assim fizemos amizade. Até que eu descobri que o violonista do grupo, Ítalo Peron, foi meu professor de harmonia. Aí ficou mais fácil de me aproximar delas”, revelou o guitarrista Rafael Bittencourt.
O Rosa Vocal é um projeto que apresenta como proposta vestir com vozes as pérolas do cancioneiro popular brasileiro, através do canto em harmonia. Sua formação, concluída no ano de 2007, é composta por Fernanda Gianesella, Ana Bacana, Gisela Freire, Isa Elizabetsky, Katya Delfino, Maria Zuma e Paula Duarte. “Depois dessa minha aproximação gastronômica, o Brendan, dono do estúdio que está co-produzindo conosco, deu a idéia de as convidarmos para uma participação no disco. Convidamos, elas toparam, eu escrevi os arranjos para uma das faixas e o resultado ficou muito legal. É uma música meio ‘The Shadow Hunter’, acho que a galera irá curtir”, finaliza o artista.
O Rosa Vocal é um projeto que apresenta como proposta vestir com vozes as pérolas do cancioneiro popular brasileiro, através do canto em harmonia. Sua formação, concluída no ano de 2007, é composta por Fernanda Gianesella, Ana Bacana, Gisela Freire, Isa Elizabetsky, Katya Delfino, Maria Zuma e Paula Duarte. “Depois dessa minha aproximação gastronômica, o Brendan, dono do estúdio que está co-produzindo conosco, deu a idéia de as convidarmos para uma participação no disco. Convidamos, elas toparam, eu escrevi os arranjos para uma das faixas e o resultado ficou muito legal. É uma música meio ‘The Shadow Hunter’, acho que a galera irá curtir”, finaliza o artista.
A banda ANGRA continua agendando novas datas da sua atual turnê, a “Back To Life Tour 2009/2010”. Confira abaixo os seis próximos compromissos do grupo paulistano:
Angra - Barra do Garças/MT - 05/06/2010
Local: Motorcycle do Araguaia
Artistas: Angra e outros
Horário: 19h00
Ingressos: Não Disponível
Informações: (66) 3904-2424
Local: Motorcycle do Araguaia
Artistas: Angra e outros
Horário: 19h00
Ingressos: Não Disponível
Informações: (66) 3904-2424
Angra - Itapira/SP - 26/06/2010
Local: Clube Santa Fé
Artistas: Angra e outros
Horário: Não Disponível
Ingressos: Não Disponível
Informações: contato@portalmegaphone.com.br
Local: Clube Santa Fé
Artistas: Angra e outros
Horário: Não Disponível
Ingressos: Não Disponível
Informações: contato@portalmegaphone.com.br
Angra - Bogotá/COL - 27/06/2010
Local: Teatro Metro
Artistas: Angra e outros
Horário: Não Disponível
Ingressos: Não Disponível
Informações: Não Disponível
Local: Teatro Metro
Artistas: Angra e outros
Horário: Não Disponível
Ingressos: Não Disponível
Informações: Não Disponível
Angra - São Paulo/SP - 16/07/2010
Local: Mart Center (Anime Friends Festival)
Artistas: Angra e outros
Horário: Não Disponível
Ingressos: R$ 15,00
Informações: http://www.anifriends.com.br/ e_contato.shtml
Local: Mart Center (Anime Friends Festival)
Artistas: Angra e outros
Horário: Não Disponível
Ingressos: R$ 15,00
Informações: http://www.anifriends.com.br/
Angra - Guarulhos/SP - 18/07/2010
Local: Rancho
Artistas: Angra e outros
Horário: 14h00
Ingressos: Não Disponível
Informações: contato@necprodutora.com.br
Local: Rancho
Artistas: Angra e outros
Horário: 14h00
Ingressos: Não Disponível
Informações: contato@necprodutora.com.br
Angra - Campinas/SP - 31/07/2010
Local: Campinas Hall
Artistas: Angra e outros
Horário: 20h00
Ingressos: R$ 40,00 e R$ 80,00
Informações: (19) 8205-8142
Local: Campinas Hall
Artistas: Angra e outros
Horário: 20h00
Ingressos: R$ 40,00 e R$ 80,00
Informações: (19) 8205-8142
TRIAD: confira vídeo de making off da nova sessão de fotos
A banda paulista TRIAD disponibilizou em seu canal oficial no YouTube, um vídeo do making off da sua nova sessão de fotos. O material serve como prévia para o público, evidenciando o novo direcionamento visual adotado pelo quinteto, nessa fase que antecede o lançamento do seu primeiro álbum de estúdio.
A direção de fotografia foi levada a cabo pelo renomado fotógrafo Fabio Stachi, e as locações para a realização do trabalho se deram nas dependências de um antigo shopping abandonado, na Cidade natal do grupo, São Paulo.
Em paralelo, a TRIAD encontra-se em estúdio registrando seu primeiro full lenght, que tem previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2010.
A direção de fotografia foi levada a cabo pelo renomado fotógrafo Fabio Stachi, e as locações para a realização do trabalho se deram nas dependências de um antigo shopping abandonado, na Cidade natal do grupo, São Paulo.
Em paralelo, a TRIAD encontra-se em estúdio registrando seu primeiro full lenght, que tem previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2010.
SIZED: Mudança no posto de baterista do grup
Segundo o baixista Quira: “Os motivos pelos quais nos levaram a demitir o Ovo foram vários, mas que se resumem na falta de uma mesma sintonia nos trabalhos da SIZED. Já o Marcos nós conhecemos há bastante tempo. Ele faz parte da mesma cena que nós e sempre curtiu nosso som, sendo assim foi uma escolha meio óbvia”.
Em paralelo a SIZED está preparando uma extensa agenda em suporte ao seu debut álbum, “Confronting The Mirror”, que irá abranger o Brasil e Europa no corrente ano.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Criticos!!!Donos da verdade ou da verdade que lhes convêm?? by Mario Pastore
Indico para quem não conhece esse blog :Pastore cantando e soltando o verbo (Blog)
A seguir uma matéria bem pertinente.Comentem!!
Luiz Vicunha: talento e humildade na medida certa by Mike Oliva
Luiz Vicunha é um guitarrista e “workaholic” carioca. Começou a se interessar por guitarra aos nove anos de idade, quando ganhou sua primeira guitarra de seu pai, embora só tenha despertado a vontade de aprender aos 13 anos. Quando completou 15 anos de idade, entrou para uma banda de pop rock, e em seguida para uma banda de Heavy Metal chamada DREAM HALL. Foi através do Rock/Metal que ele se encontrou musicalmente. Atualmente ele está trabalhando como free-lancer em gravações e com bandas. Em um bate-papo tranqüilo e revelador, ele me falou sobre seu projeto principal chamado MAGISTRA, o futuro lançamento de seu projeto instrumental PARAMITA, a cena carioca e muito mais. Leiam a seguir:
Luiz, conte como foi seu primeiro contato com a música. Quando você descobriu que queria ser um guitarrista?
Tudo começou, quando eu enfiei a maldita idéia na cabeça de querer ser guitarrista, aos 13 anos de idade, indo de encontro a todos os preceitos dos meus familiares (risos). Sou autodidata, aprendi vendo vídeo aulas que meus amigos me emprestavam ou que eu juntava dinheiro para comprar. Aos 16 anos, eu fiz a prova para Escola de musica Villa Lobos, passei, mas fiquei por pouco tempo devido a problemas pessoais.
Quando eu descobri que queria ser guitarrista? Na verdade não tem uma data ou uma lembrança precisa que me diga o porquê dessa escolha. Ela simplesmente apareceu, brotou, assim como minhas idéias para compor. Acredito que seja algum tipo de dom, vocação ou até mesmo carma (risos).
Quais suas principais influências, como músico e compositor?
Como músico eu gosto bastante de ‘la Besta’ Beethoven principalmente por sua historia de superação contra a surdez. Gosto também de Mozart por ser espontâneo e brincalhão, conforme relatos. Agora, quem se destacou como gênio musical para mim foi Michael Jackson, pois, além de cantar e dançar, ele fazia os arranjos das músicas também. Como compositor na linha de Heavy Metal, aprecio o trabalho de bandas com um som mais atual. Alterbridge, Sevendust, Symphony X (até a fase do álbum “V”), Steve Vai (que sempre será um mestre da criatividade para mim), Korn, Slipknot atual, e todas as outras tradicionais que vem no pacote. Mamonas Assassinas também marcaram uma boa parte da minha vida. Entretanto, quem estiver lendo isso e for verificar o som que costumo compor, vai sentir que é algo totalmente diferente.
Atualmente você faz parte da banda Prog/Heavy MAGISTRA, que surgiu através de sua parceria com o músico e amigo JC Melo quando vocês ainda faziam parte da banda DREAM HALL. Como chegaram aos músicos que completam a banda (a vocalista Mariana Elbereth e o baterista Braulio Azambuja)? Como funciona o processo de composição?
Sim, a MAGISTRA é meu trabalho principal. Eu conheço o JC quase minha vida toda. Tocamos juntos em diversas bandas desde os 16 anos e a que mais teve visibilidade foi a DREAM HALL, de Heavy Metal, que acabou por falta de maturidade dos músicos envolvidos. Éramos muito novos. Após o término da banda, comecei a mudar meu modo de composição, assim como JC, amadurecendo a idéia de recomeçar, compusemos várias músicas, sem se preocupar com rótulos como Prog/Heavy/Yellow/Red/Black Metal... O objetivo era compor e se o resultado nos agradasse, entrava em nosso repertório e pronto!
O JC conhecia a Mariana e sugeriu colocarmos uma mulher no vocal, contrabalancear o peso que está nas músicas (risos). Além de ser bela, é uma pessoa muito talentosa, de uma voz ímpar em nosso cenário. O Bráulio foi o ultimo a se unir ao time, pois precisávamos de um baterista para gravar nossa EP e por indicação da Mariana chegamos até ele, que aceitou a empreitada. Ele é um músico super requisitado aqui no RJ pelo seu talento, e tem outros projetos de ótima repercussão como Mustang, Diva e etc.
O processo de composição da banda funciona de forma tranqüila, porque todos compõem, todos têm o que acrescentar na música e cada um complementa o outro em composições. Tipo: sei compor tanto guitarra, bateria e outros instrumentos, vide o meu cd; melodia de voz, arranjo e baixo já é o JC; Mari faz a letra, voz e opina de forma ativa em tudo; Bráulio tem várias idéias de andamento musical também, opinando sempre. E assim vamos trabalhando, trabalhando...
A banda atualmente está gravando seu primeiro EP, com produção de Renato Tribuzy. Como surgiu essa parceria? Como estão as gravações e qual a previsão de lançamento?Exato! Estamos gravando desde o ano passado nossa EP, ainda não intitulada, e temos previsão de lançamento para o final do segundo semestre de 2010 ou início de 2011. A parceria com o Renato Tribuzy surgiu de forma bem inesperada, já que gravamos um ensaio no estúdio e algumas músicas ficaram bem legais, então resolvemos arriscar. Mandamos as músicas pra ele, por intermédio da Mari que já o conhecia, e para outros produtores também. Ele gostou das músicas e fechamos a parceria com ele e sua equipe de produção. O Renato, além de ser amigo da banda, é um cara fenomenal, muito talentoso e profissional no que faz. Hoje ele é uma referência no meio musical, pois além dele produzir e empresariar, é excelente musico e compositor também.
Você também está trabalhando em seu projeto instrumental chamando PARAMITA. Qual o conceito geral? Por que um trabalho instrumental e não com uma banda completa?
Bom, o PARAMITA surgiu por acaso. Eu sempre tive vontade de fazer um trabalho no qual pudesse me superar como musico, não apenas como guitarrista, mas também como produtor e arranjador, assinando a composição de todos os instrumentos que estão no álbum. Com esta obra, eu pretendo demonstrar a musicalidade e criatividade que existe dentro de mim. O pensamento para compor esse cd é apenas dar curso a música, fazê-la fluir e deixá-la falar por si só. O álbum está bem bacana, quem estiver lendo e ouvir meu cd, tem que se preocupar em se divertir e não ver somente técnica e demais bizarrices de dar nó nos dedos. Coloco um toque de sarcasmo em determinadas músicas pela própria história delas. Por exemplo: a musica “Timmy” foi inspirada no personagem do desenho South Park, ele é muito louco e original (risos); a musica “Hell’s Farm” eu fiz a partir dos latidos incansáveis do cachorro da minha namorada, além de ser inspirada em uma fazenda maluca indo do bizarro ao horripilante; a “Cow Is Calling” retrata, nada mais nada menos, uma fase da minha vida do qual fui sugado pelo trabalho e sempre que tocava o meu telefone, era minha chefe me chamando para algum lugar, para solucionar algum problema insolucionável (muitos risos).
A faixa "God And I" (PARAMITA) foi selecionada para participar da coletânea "Rock 4 Life", da produtora americana Quickstar Productions. Como surgiu esse convite? O que essa participação representa para você?
Durante o processo de gravação da MAGISTRA em 2009 eu passei por momentos difíceis em minha vida particular. Larguei meu emprego para cuidar de meu pai que estava com câncer, e em setembro de 2009 ele veio a falecer. Ao vivenciar essa fase me inspirei e escrevi a musica “God And I” e postei em meu myspace, sem muitas pretensões. Recebi bastantes comentários e elogios pela musica, até que um dia recebi uma proposta da produtora americana Quickstar Productions, que gostou da música e me convidou a participar da coletânea internacional chamada “Rock 4 Life”. O que mais me deixou emocionado e me tornou honrado é que o dinheiro arrecadado com a venda dessa coletânea será revertido para entidades filantrópicas de combate ao Câncer.
Tudo isso me fez refletir que a luta contra essa doença é algo que tem que ser constante, não se pode parar nunca e devemos ajudar sempre. Meu pai lutou e sofreu por anos e eu e minha família também por ficarmos de mão atadas sem saber como ajudá-lo. Agora eu posso ajudar outras pessoas de histórias parecidas como do meu velho, da forma que eu sei fazer, que é compor e tocar. Até me arrepio lembrando-se dessa historia, pois parece que tudo está interligado. E atenção galera: independente de gosto musicais, todos devem ajudar quando tiver iniciativas como essa! Escutando as músicas, comprando os álbuns, promovendo também aos seus conhecidos e participando de eventos beneficentes. Não custa nada!
Como um verdadeiro “worcaholic”, você também participa da banda UNÍSSONUS. Fale-nos sobre ela.
Eu já acompanhava essa banda, como fã, há muito tempo. Rafael Rassan, o dono da banda, é um cara extremamente musical, tem um talento nato para isso e surgiu a oportunidade neste ano, com a confissão do Rassan de que sempre quis tocar comigo. O som da banda é fenomenal, é diferente de tudo o que já ouvi aqui no RJ, está sendo uma honra participar desse projeto também. A produção do cd é do próprio Rafael Rassan e já tem musicas disponíveis para serem baixadas no Orkut da banda, além do clipe que já fizeram. O cd oficial da banda será lançado ainda este ano.
Minha opinião é a seguinte: as pessoas envelhecem e deixam de comparecer no circuito, pois estão constituindo família, estão trabalhando, estão cansadas ou simplesmente mudaram de gosto. É difícil lutar contra uma maré de ritmos seletos que predominam na rádio, mas se o Rock/Heavy tivesse vez, acho que as coisas seriam bem diferentes. Com isso, as pessoas acabam aceitando e se acomodando com essas mudanças. Eu particularmente não as culpo. Meu gosto musical já mudou bastante também. O que eu reconheço como um grande problema é que o publico não está se renovando nas proporções de antigamente. Lembro da época que eu freqüentava a casa de show Garage (zona norte do Rio), quando a rua ficava intransitável de tanta gente curtindo, brincando, se divertindo. Hoje em dia não se vê mais ninguém. Não vejo mais ninguém daquela época. Ou a galera migrou pra um vale encantado e esqueceram de me chamar ou simplesmente acabou (risos).
No RJ, existem muitas bandas crescendo e sempre existiram boas bandas, mas é difícil sobreviver nas circunstancias descrita acima e também pela falta de apoio, de investidores e de pessoas que estejam no ramo com a visão de mudar essa realidade. Posso citar a própria MAGISTRA, a UNISSONUS, a Diva, a Death Mountain, a Dark Tower, a Lacerated and Carbonized, a Afterage, a WARFX, a Painside, e varias outras bandas. Todas têm excelentes músicas, mas sem apoio.
Tiro meu chapéu para iniciativa da equipe de produtores de evento, RMW- RIO METAL WORKS, que durante o ano inteiro tem e valorizam eventos de bandas autorais.
Um evento que vêm repercutindo de forma positiva no RJ é a Metal Jam, que em 2010 chegará a sua sétima edição, sempre reunindo a nata carioca para tocar os maiores sucessos do Hard/Heavy mundial. Qual a sua opinião sobre o evento? O que ele agrega a cena carioca em sua opinião?Eu tenho orgulho de participar desse evento! Participo desde a terceira edição e é ótimo tocar com amigos, sempre renova o espírito musical. É maravilhoso ver um evento desses que traz um grande publico, passando de mil cabeças pagantes nos locais. A meu ver, deveriam fazer mais eventos desses, correndo pelo Rio de Janeiro todo, pois o Metal Jam, apesar de se preocupar com lugares de fácil acesso, ocorre apenas uma vez ao ano e quem perder a oportunidade de assistir ou participar, vai ter que aguardar o próximo ano.
Há muitas críticas acerca do evento, por ser um evento de músicas covers. O que as pessoas não entendem é que o evento é uma confraternização entre os músicos do Rio de Janeiro, que a festa já começa nos ensaios, revela novos músicos do cenário e a interação entre bandas. É através de evento como esse que se renova a cena e fortalece a amizade entre bandas e músicos, que nos estimula a fazer o que sempre gostamos como músicos: tocar e se divertir.
A pirataria tem contribuído de forma negativa contra os artistas, não só no Brasil como no mundo. Qual sua opinião sobre downloads free?
O problema é que a população não tem noção do custo que é se produzir um álbum de forma independente. O trabalho que dá e a dedicação que é! Não é só chegar e tocar. Tem que treinar, tem que ensaiar, tem que investir em equipamento, tem que pagar o estúdio, a equipe, alugar equipamentos e etc. Só passando por isso para saber valorizar.
Entretanto, o download é uma grande forma de divulgar sua banda, pois é gratuito, o que possibilita acesso para grande número de pessoas a sua banda. A distribuição gratuita das músicas tornou o caminho para uma banda atingir seu objetivo muito mais difícil, uma vez que é raro ver uma gravadora bancando o cd de uma banda iniciante. Na grande maioria das vezes são os próprios músicos que investem uma quantia considerável de dinheiro para gravar seus primeiros trabalhos.
Nós descobrimos que você tem uma paixão desde a infância por armamentos militares, e que hoje evoluiu para o paintball. Como tudo isso começou? Ted Nugent por acaso é uma influência nesse quesito? (risos)
Pois é, desde criança eu tenho esse gosto por armamentos militares. O meu sonho é dar um tiro com uma metralhadora Ponto 50. Fiquei muito triste quando fui dispensado do exército! Foi igual ao filme “Pequena Miss Sunshine”, só que não estava fazendo voto de silêncio e nem odiava todo mundo (risos). Cheguei a participar da equipe de tiro ao alvo do clube Fluminense, na modalidade carabina de ar e participei de algumas provas com armas de fogo também. O paintball é um esporte bastante divertido e saudável, adoro jogar com meus primos, amigos e até mesmo minha namorada, mas deixo-a no meu time porque não teria coragem de acertá-la (risos).
Eu tenho o Ted Nugent apenas como influência musical, pois ele é adepto da caça esportiva. Eu não teria coragem em atirar em nenhum animal (bicho) por esporte, a não ser em caso de sobrevivência. E também não sou tão conservador como ele, se tem mexicanos no Brasil, deixa eles. Não estão me afetando em nada (risos) Muitos jovens estão começando seus primeiros passos na música. Através de suas experiências e conhecimentos, quais são os conselhos que você deixa para eles?
Meu primeiro conselho é para que cada um faça uma auto-análise como músico: se é isso que pretendem fazer realmente, se é disso que pretendem viver, ignorando o universo fantasioso que o cinema nos mostra, pois para ser musico é preciso ter dedicação e cabeça no lugar.
Meu segundo conselho é para que não desista, o caminho é difícil sim, mas como tudo na vida é. Até hoje, estou trilhando esse caminho.
Meu terceiro conselho é sobre álcool, drogas, e afins. Eles são bonitos somente em filmes, na vida real destrói a pessoa. Fiquem longe disso! A visão de que o musico só compõe chapado é a maior mentira que existe. Pensem comigo, se o cara está chapado, como ele vai lembrar-se do que ele compôs? Assim como, quando você está bêbado, você não vai lembrar que a mulher bonita que você beijou tinha gogó, falava grosso e tinha mão de jogador de basquete (risos). E se você se lembrar, vai querer esquecer (muitos risos).Quais são seus planos e projetos para 2010?
Nesse primeiro semestre de 2010, eu pretendo lançar o álbum da PARAMITA e estou aguardando o lançamento da coletânea internacional “Rock 4 Life”. Para o segundo semestre do mesmo ano, temos a conclusão da EP da MAGISTRA. Estou finalizando também, junto com os integrantes da MAGISTRA, as novas músicas para compor o cd full que começará a ser gravado assim que lançarmos a nossa EP. Estou aguardando também o lançamento do CD da UNÍSSONUS. Além disso, estou em fase de composição para a demo do vocalista carioca Thiago Poblan e compondo alguns arranjos para a banda de pop rock Allende (também do Rio de Janeiro). Estou com algumas idéias para um futuro projeto New Metal com letras em português, que começarei a trabalhar assim que tiver um tempinho. Fora a participação confirmada em shows com a banda UNISSONUS, apresentação no METAL JAM 7, e shows com a MAGISTRA também.
Deixe um recado para os nossos leitores e para seus fãs.
Primeiramente, gostaria de agradecer a eles, do fundo do meu coração, pois se tenho a oportunidade de falar de meus trabalhos nessa entrevista, foi graças ao reconhecimento deles. Gostaria de dizer também que o ano de 2010 está bastante agitado e que em breve os presentearei com todos os meus trabalhos e minhas composições. E que estou disposto a trabalhar muito por mim e por eles, para nos satisfazer, nos agradar e nos entreter.
Para os leitores em geral (os quais espero que gostem dos trabalhos que estarei concretizando esse ano), que continuem acompanhando as noticias através desse portal, e que nunca deixem de apoiar o Heavy Metal nacional, pois se hoje somos alguém ou estamos começando a percorrer esse caminho é porque temos fé que vocês irão nos ajudar, e em contra partida, nós, músicos, oferecemos para você todos nossos sentimentos demonstrados através da musica.
Para a equipe deste portal de informações (editores, jornalistas, entrevistadores e etc) muito obrigado por abrir as portas e tornar essa entrevista possível. Grande abraço super especial para meu amigo Mike, que escreveu todas essas perguntas e teve um trabalhão pesquisando minha vida (risos). Adorei a comparação com Ted Nugent (muitos risos).
Grande abraço a todos!
Myspace:
Magistra:
Videos:
sábado, 22 de maio de 2010
Novo Clipe da @shadowsideband!! Assistam!
"Dare to dream" é um dos melhores discos do metal nacional dos últimos tempos! Dani é uma das melhores vocalistas de metal da atualidade e a SHADOWSIDE uma das melhores bandas de metal da cena mundial!!Peso, melodia, originalidade e heavy metal!
Shadowside - Hideaway
Shadowside - Hideaway
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Thalita Rebouças visita a Galeria do Rock em São Paulo
O Rocks Blog não é só música,é moda,atitude e etc...
e viva a diversificação.Para estreiar essa nova fase do blog,um vídeo sobre góticos.E olhem quem eu achei no vídeo:
@elainethrash
http://migre.me/H7B3
Fonte:
globo.com/
e viva a diversificação.Para estreiar essa nova fase do blog,um vídeo sobre góticos.E olhem quem eu achei no vídeo:
@elainethrash
http://migre.me/H7B3
Fonte:
globo.com/
Entrevista RavenLand: Gótico e Nacional! by @costabilejr
por Costábile Salzano Jr
No inicio de carreira, vocês lançaram três trabalhos “October Of 1998”, “Live At Kalimar e “After The Sun Hides”. Como vocês analisam o surgimento da Ravenland na cena?
Dewindson - Quando a Ravenland surgiu na cena nacional, em meados de 1997, naquela época, as redes sociais da internet não estavam tão em alta quanto hoje, muitas nem existiam, orkut, myspace, facebook, twitter... Mas mesmo assim conseguimos nos destacar na cena recebendo ótimas críticas das principais revistas especializadas em rock/metal da época e muitos zines, através de cartas, vendas de demo-tapes em shows... Fizemos shows em diversas cidades do Nordeste. A cena era bem mais unida do que hoje, construímos excelentes amizades entre bandas do Brasil inteiro como Monasterium, Insanity, Expose your Hate, Pettalom, Imago Mortis, Serpent Rise...
O “After The Sun Hides” foi lançado em 2001, ano o qual ocorreu aquele boom de bandas com mulheres nos vocais. O quanto isso ajudou vocês? Receberam aquelas tradicionais repúdias infantis dizendo que vocês estavam querendo se aproveitar da onda para aparecer?
Dewindson - Todas as revistas comentavam na época que não havia outra banda no Brasil fazendo o que estávamos fazendo. Até hoje acredito que a Ravenland não se parece com nenhuma outra banda brasileira que eu conheça, mesmo que use violinos, vocais femininos e masculinos intercalados. Nossa música sempre esteve mais próxima do Doom Gótico europeu, não dessa febre “pós-Nightwish/Epica”, ou dessa enorme quantidade de bandas com vocais líricos. Sempre usamos backings femininos, mas ao ponto de adicionar uma vocalista para dividir os vocais comigo mesmo, só viemos a ter agora no “... and a crow brings me back” (2009), mesmo assim foi mais com a intenção de soar melhor a combinação dos dois vocais do que apelação por conta de mercado. Eu particularmente acho que nós não temos absolutamente nada haver com essa enxurrada de bandas com vocais femininos que apareceram. A Camilla tem muita atitude, ela compôs muitas músicas, escreve muitas letras e ainda toca violino, ela com certeza não é “só mais um rostinho bonitinho”, nós nunca recebemos repudias infantis até porque nós não exploramos somente a imagem dela, usamos sempre a imagem de dois vocalistas.
Apesar da receptividade, por que vocês deram um tempo com a banda?
Dewindson – Em 2003, realmente as coisas estavam bem difíceis, pois havíamos perdido todos os teclados já gravados em estúdio do disco devido a um problema no HD. As fitas DAT com a gravação do disco pegaram mofo. A dificuldade de achar músicos empenhados e com os mesmos objetivos profissionais após a saída de André Cardoso (guitarrista) que deixou a banda para morar no interior paulista e do Xandão (baterista) para entrar no Andralls. O dono da gravadora Moonshadow virou evangélico então ficamos sem uma gravadora para lançar o disco, no fim das contas recebi uma proposta para coordenar uma escola de informática na cidade de Fortaleza-CE, resolvi engavetar a Ravenland e me mudei para lá, morei por dois anos naquela cidade maravilhosa, foi onde conheci a Camilla.
"...And A Crow Brings Me Back" é um disco bem soturno. Como tem sido a recepção deste trabalho tanto no Brasil como no exterior?
Camilla Raven – A recepção está bem positiva. Recebemos mensagens com elogios do mundo inteiro e isso nos fortalece a continuar na luta aqui no Brasil. Sabemos e vivemos as dificuldades daqui e a cada mensagem que eu leio e tento responder a todos, e a cada voz que escuto nos shows cantando nossas músicas, e a cada texto que sai na mídia sobre a RavenLand, vemos que sim, está dando certo e a nossa música está sendo bem aceita.
Neste disco vocês contaram com a produção de Ricardo Confessori. Como aconteceu esse contato? E por que ele teve que gravar a bateria?
Camilla Raven – Através do nosso guistarrista Albanes, o Confessori ficou sabendo que estávamos atrás de um produtor, então ele se interessou e entrou em contato. Ele nos apresentou um excelente estúdio, o Tonelada, que agora é o Fusão e não conhecíamos o Confessori produtor, mas sabíamos que ele era um excelente músico e afinal era o cara que gravou um dos clássicos nacionais, o Holy Land do Angra. Ele nos mostrou os trabalhos que ele estava desenvolvendo, curtimos e fechamos. Logo depois da pré-produção, o nosso antigo baterista Rick descobriu que estava com um problema no joelho e teve de deixar a banda e Confessori disse que poderia gravar, pois já conhecia as músicas e assim poderíamos procurar o novo integrante com mais calma.
Ricardo Confessori é um exímio baterista. Vocês sentiram que tiveram que evoluir musicalmente ou não ocorreu este tipo de pressão?
Camilla Raven – Confessori é um excelente baterista, mas ele tem o estilo dele e quando foi gravar o nosso álbum nós repassamos a ele a bateria que queríamos no decorrer da gravação e ele colocou a interpretação dele em cima. Os músicos evoluem naturalmente, a medida que vão ensaiando, compondo e fazendo shows e sentimos que a nossa evolução foi é natural. Mas a questão do Confessori, não houve pressão, pois fazemos o que queremos transmitir, é algo mais feeling. E o nosso estilo é diferente do que o Confessori costuma tocar. Mas ele como produtor foi importante, pois nos fez abrir a cabeça para alguns detalhes que acrescentaram muito a nossas composições.
O disco foi masterizado por Waldemar Sorychta, profissional requisitado por grandes bandas da cena. Ficaram satisfeitos com o trabalho dele?
Camilla Raven – Sim, ficamos muito. Sabemos como a masterização é importante para a qualidade final e acredito que fizemos uma boa escolha, pois ele produziu, mixou e masterizou muitas bandas do nosso estilo.
Dewindson – Desde o início eu já estava decidido a masterizar o disco no exterior com o objetivo de adquirir um resultado ainda melhor na finalização do álbum, sempre fui muito fã de todos os discos que o Waldemar Sorychta produziu, (Lacuna Coil, Moonspell, Tiamat, Therion, Sentenced, Samael, The Gathering e Flowing Tears), não imaginava que o nosso CD fosse um dia ser finalizado por ele, mas após um elogio dele em nosso MySpace, foi a ponta que eu precisava para perguntar se ele não queria finalizar o nosso disco, e ele adorou a ideia, nos tratou muito bem e provavelmente iremos trabalhar com ele novamente no futuro, desta vez espero que possamos trabalhar desde a produção inicial até a finalização.
Recentemente, vocês fizeram uma participação especial na única apresentação do Moonspell no Brasil. Com certeza, vocês tiveram um enorme prazer por isso. Fale desta experiência e até da amizade que vocês tem com os portugueses.
Dewindson – Nós já tinhamos uma ótima amizade há alguns anos, mas sempre foi pela internet, quando o Fernando Ribeiro me falou que tocaria no Brasil em 2009, ele pediu para que eu falasse com o produtor para tocarmos juntos, a Ravenland e o Moonspell. Coincidentemente, a Overload Records (responsável pelo show do Moonspell) já havia entrado em contato conosco para abrir o show da Agua de Annique, mas não rolou porque estávamos gravando o videoclipe de “End of Light” e o Gustavo da Overload perguntou se toparíamos tocar com os Moonspell, eu falei para ele que seria ótimo, toparia na hora. Então inicialmente estaríamos no cast do show Ravenland/Tiamat/Moonspell, mas infelizmente, devido ser a data do último show da tour e ter caído numa terça-feira, não haveria tempo para a apresentação de três bandas, então fomos convidados, a Ravenland, a ficar no camarim com eles e de última hora o convite a participar da música Luna e Alma Mater. Não resisti, falei pro Fernando que seria um sonho realizado para mim, ele vibrou e curtimos muito, foi fantástico. Nossa amizade como diz o Fernando Ribeiro, é como se fosse de irmãos lobos, unidos mesmo que distante pela luz e o feitiço lunar.
Além disso, vocês serão a banda de abertura para o Theatre of Tragedy em São Paulo. Como está a expectativa de vocês para este show sendo que a responsabilidade muito grande. Afinal está será a primeira e última vez (até o momento) que os caras vem ao Brasil.
Camilla Raven – Sim... Realmente será um imenso prazer tocar nesse show histórico. Já sabíamos há algum tempo que a banda iria encerrar carreira, mas não esperávamos que eles ainda fizessem um show no Brasil e será uma grande honra fazer parte desse dia que ficará eterno em nossa memória e história.
Vocês sabem se Tommy Lindal, ex-Theatre Of Tragedy, vai participar desse show?
Camilla Raven – A principio acredito que não, ele está ocupado com os projetos dele e fica complicado vir a SP. Fizemos o convite para ele tocar as duas músicas que ele gravou do nosso álbum. E quem sabe dê certo ele vir também, seria uma grande festa.
Como aconteceu o contato com o Tommy? Ele teve alguma participação nas composições do disco?
Camilla Raven – O contato foi através do afilhado do Dewindson que fez amizade com o Tommy no RN. Começamos a nos falar por telefone e internet e surgiu uma grande amizade. Fizemos o convite da participação e ele aceitou na hora. Ficamos muito contentes. Ele compôs somente a parte dele, o deixamos vontade para colocar o toque dele que acabou sendo um toque da era mágica do TOT, Velvet Darkness e a Rose for the Dead que acrescentou muito a nossa composição.
Infelizmente, o Brasil ainda não é um mercado tão propicio para as bandas de Metal. Vocês tem a intenção de buscar algo no exterior?
Camilla Raven – Sim, com certeza. Infelizmente, é até uma questão cultural. Mas recebemos muitas mensagens de fãs de outros países, até porque a nossa gravadora também distribui em alguns países como Alemanha, Espanha e EUA, por exemplo. Mas, recentemente, fechamos distribuição via Plastichead/Code7 no Reino Unido, Irlanda e Europa Continental e acredito que vamos colher bons frutos na Europa.
Como foi a gravação do vídeo clipe para a musica "End Of Light" no tradicional castelinho e a sua repercussão?
Dewindson – O castelinho da Rua Apa é misterioso, sombrio e apaixonante tanto pela sua arquitetura gótica francesa quanto pela sua história verídica de amor e morte, bem ao estilo Edgar Allan Poe, ele se encaixou como uma luva para o nosso vídeo clipe “End of light”. Não imaginávamos que com uma produção de baixo custo fossemos conseguir entrar na programação da MTV, graças ao ótimo trabalho do produtor Luiz Amorim e da participação da atriz Elaine Thrash, assim como de todos que participaram e nos ajudaram a realizá-lo, conseguimos isso e muito mais com este clipe. Desde a primeira vez que passei em frente aquele castelo, eu disse; “Que belo! Que sombrio! Que história magnífica! É o lugar perfeito para gravar um clipe da Ravenland, um dia ainda irei gravar um clipe aqui”.
Dias atrás, o Metal perdeu Peter Steele. Vocês poderiam dimensionar o tamanho desta perda?
Camilla Raven – Foi uma grande perda. O Type influenciou bandas do mundo inteiro. Não tenho como dimensionar esta perda, só posso comentar que eu devo a ele o rumo que a nossa vida levou.
Dewindson – Sem Bloody Kisses e October Rust, acreditem, nosso direcionamento musical na Ravenland e de muitas outras bandas de gothic metal que existem hoje e ainda são grandes, não seria igual, pois Peter influenciou Nick Holmes, Ville Vallo, Fernando Ribeiro, Jirki69 e a mim, só para resumir. A morte de Peter Steele me afetou muito, me senti muito mal, ele se foi muito novo e a história e união que a banda Type O Negative construiu, me deixa mais triste ainda pelos outros integrantes que tiveram uma vida de experiências ao lado dele. “Como devem estar se sentindo agora?” É uma pergunta que não sai da minha cabeça. O disco “October Rust”, em especial, está entre os melhores discos que já escutei e que marcou muito a minha vida.
Nos últimos meses, a Camilla Raven figurou na lista das novas musas do metal nacional ao lado da Dani, do Shadowside. Como vocês vêem está questão da beleza "sobressaindo" o lado musical. Vocês acreditam que a questão da beleza também acaba pesando por manter a qualidade profissional?
Dewindson – Eu acho que a beleza não se sobressai ao lado musical e nem pesando por manter a qualidade profissional, mas pode combinar e ajudar perfeitamente. A Dani e a Camilla realmente são mulheres que esbanjam muito talento, para mim isso sobressai a qualquer aspecto físico, seja feia ou bela para mim é fechar os olhos e curtir a música, mas confesso que ser casado com uma das musas do metal nacional dessa lista me deixa em ótima posição. (risos)
Muitas bandas nacionais que estão em destaque como Torture Squad, Claustrofobia, Shadowside, Mindflow, Hibria, Distraught e muitas outras, apesar do reconhecimento da midia, muitos internautas se aproveitam da internet para ficar falando besteiras ao invés de fazer criticas construtivas. Como vocês tem lidado com isso?
Camilla Raven – Temos que estar preparados para isso, porque, infelizmente, algumas pessoas, quando não gostam de uma banda, eles não a deixam de lado, eles vão atrás para falar mal. E se isso acontece é porque a banda está em destaque também. Críticas construtivas são bem-vindas, estamos sempre tentando melhorar e evoluir. Mas o que pode ser legal pra mim, pode ser ruim para você. Não tenho muito o que reclamar, pois acredito que a RavenLand tem uma ótima aceitação, mas, vendo o meu lado sobre as minhas composições, mesmo se ninguém gostasse, eu continuaria do mesmo jeito, pois aquilo é o que eu quero transmitir, minhas músicas sou eu musicada.
Como vocês avaliam o atual patamar do cenário nacional?
Dewindson – Atualmente vejo excelentes bandas surgindo a cada dia, mesmo que algumas nem cheguem a lançar um disco, ainda sim estão representando bem a cena nacional, e acredito que este lance de falar que existe somente Angra, Sepultura e Krisiun é meio que limitar e matar o resto das dezenas de bandas que temos em nosso cenário atual que representam muito bem este atual patamar da cena, como Torture Squad, Andralls, Hangar, Shadowside, Ravenland, Ocultan, Eternal Malediction, Sunseth Midnight, Ancesttral, Deventter, Kamala, Claustrofobia, Tuatha de Danann, Unearthly, Mindflow, Shaman e muitas outras, sem falar nas clássicas que continuam na ativa com grande qualidade como Korzus e Genocídio...
Como anda a agenda de shows da Ravenland? Vocês também estão sofrendo com esta onda de bandas internacionais e covers que estão devastando o cenário nacional?
Dewindson – Nossa agenda está até boa, poderia estar melhor, atualmente temos 12 shows marcados no Brasil, algo entre 3 no Nordeste, 2 no Centro Oeste, 5 no Sudeste e 2 no Sul, incluindo aí o show de abertura da Anneke (ex-The Gathering) com Danny (Anathema), além do festival Roça´n´Roll em Minas Gerais e o histórico show com o Theatre of Tragedy aqui em São Paulo. Concordo com você quando diz que esta onda de bandas internacionais e covers estão devastando o cenário nacional, pois como nossa moeda brasileira é desvalorizada e a grana é curta para a maioria do público que vai aos shows. Então eles acabam tendo que escolher entre tantos shows internacionais para ir do que o de uma banda brasileira que ele pode ver quando quiser depois. Tocar a música dos outros é fácil, criar suas próprias composições e fazer com que o público cante junto com você as suas músicas, vibre, se emocione e ainda compre o seu CD, isso sim é o que quero ver fazerem.
Quais são os próximos projetos da banda?
Camilla Raven – Estamos trabalhando as composições do próximo álbum que pretendíamos lançar ainda esse ano, mas com a tour européia marcada para setembro resolvemos começar as gravações na volta e acredito que vamos lançá-lo no primeiro semestre do ano que vem. Estamos guardando gravações ao vivo e outros materiais para um futuro DVD. Pretendemos lançar o clipe de SoulMoon antes de mostrar as musicas novas. Algumas coisas tem o processo demorado até por causa da agenda de shows. Temos muitos planos e muito o que mostrar, mas cada coisa ao seu tempo. Agora estamos nos preparando para o acústico com a Anneke (ex-The Gathering) e Danny (Anathema).
Deixe um recado para os internautas.
Camilla Raven – Primeiramente, quero agradecer o espaço. E aos internautas, aguardem muitas novidades que estão por vir. Estamos muito satisfeitos com as músicas novas e ansiosos para mostrar. E também espero vê-los nos shows! Quero agradecer o carinho de todos que nos enviam mensagens, Obrigada!
Dewindson – Gostaria de agradecer aqui aos nossos fãs que participam da comunidade da Ravenland no orkut e não percam nosso show da “...and a crow brings me back tour 2010” em sua cidade. Um forte abraço sob as asas dos corvos da Ravenland. E sigam-nos no Twitter e Facebook.
http://www.ravenland.net/
www.myspace.com/ravenland
www.youtube.com/ravenlandchannel
www.twitter.com/ravenlandband
Joe Lynn Turner vai gravar videoclipe no Brasil
Filmagens acontecerão num castelo em Caxias do Sul sob produção da Moving!
As gravações ocorrerão num histórico castelo em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha. Chamado Châteu Lacave, o castelo foi construído em 1968 e foi baseado na planta original de um Castelo Medieval espanhol do século XI.
A produção do videoclipe será da Moving!, empresa de propriedade de Ruy Fritsch, guitarrista da banda APOCALYPSE, e Shaiane Dartora."O clipe será uma história baseada na letra da música Blood Red Sky", adianta Ruy. "Será basicamente uma história de sentimentos, um tanto triste, na verdade. A primeira parte da gravação será feita com a banda tocando dentro do castelo. A segunda parte será gravado em outra data com vários atores que irão interpretar a trajetória de um amor impossível."
A Moving! é uma das maiores e melhor equipadas empresas da região de Caxias do Sul. Ruy diz que a estrutura a ser utilizada para o clipe de Joe Lynn Turner será extremamente grande. "Utilizaremos equipamentos de ponta para a gravação. Câmera 35mm, steadicam, grua eletrônica, travelling e aproximadamente 30.000W de luz! A equipe de produção será formada por 10 profissionais. Resumindo, será uma super produção."
Mais Informações: www.movingstudios.com.br
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